Outro dia, conversando com o Gael, meu filho de 3 anos e meio, ele começou a lembrar de quando era “um bebezinho”. Começou a me contar coisas que eu nem acreditava que ele pudesse se lembrar. O sorriso e aquele brilho nos olhinhos enquanto ele falava me fizeram refletir sobre como a memória da infância é importante e como coisas tão simples se tornam tão especiais a ponto de as crianças guardarem dentro delas pequenos detalhes com tanto carinho.

Isso me fez pensar em como somos responsáveis por essas lembranças, que podem ser boas ou ruins. Aí entra a questão da formação de personalidade também. Uma criança que tem memórias de uma infância feliz, certamente, será um adulto que saberá lidar melhor com questões emocionais por ter se sentido acolhido e amado quando pequeno. Por outro lado, uma criança que tenha presenciado situações de violência ou até desrespeito dentro de casa, poderá estar fadada a traumas e a marcas que ficarão pra sempre em sua vida.

O que quero dizer é: precisamos olhar, de verdade, para nossos filhos e ter cuidado com a forma como agimos com eles agora para que se tornem pessoas bem resolvidas no futuro. Crianças felizes serão adultos felizes também.

Sobre esse tema, trago, hoje, uma dica de leitura para as mamães e papais que nos leem por aqui. O nome do livro é: Crianças Dinamarquesas: o que as pessoas mais felizes do mundo sabem sobre criar filhos confiantes e capazes.

Descrição do livro:

Por mais de quarenta anos, a população da Dinamarca tem sido eleita a mais feliz do mundo pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OECD). Qual seria, então, a fórmula desse sucesso? Depois de muita pesquisa, as autoras deste livro acreditam ter desvendado o segredo. E a resposta é bastante simples: toda essa felicidade vem da forma como os dinamarqueses são criados. A filosofia dinamarquesa de como educar os filhos gera resultados poderosos: crianças felizes, emocionalmente seguras e resilientes, que se tornam também adultos felizes, emocionalmente seguros e resilientes, e que reproduzem esse estilo de criação quando têm seus próprios filhos. Que tal, então, conhecer melhor esses costumes, atitudes e posturas? O método exige prática, paciência, força de vontade e autoconsciência, mas o resultado faz o esforço valer a pena. Não se esqueça de que esse será seu legado.

Fica aqui então a minha reflexão e dica de leitura pra vocês. E que sigamos em frente com essa linda (e complicada, rs) missão que nos foi dada: a maternidade.

Um beijo

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