“Mamãe, conta uma historinha?”. Essa é uma das frases que mais tenho ouvido ultimamente e quer saber? Eu adoro esses momentos. Chega uma fase deliciosa em que as crianças adoram ouvir histórias e podemos aproveitar isso para contribuir com o desenvolvimento cognitivo e até emocional delas.

Além dos livros e gibis…

Os livros e gibis são nossos aliados nessas horas, mas existem outros recursos que também podem nos ajudar. Nós sabemos que os desenhos animados ganham o coração das crianças na hora do entretenimento. Isso sem contar as peças de teatro e os musicais que encantam até o nosso coração. Mas também é muito legal poder fazê-las ouvir e imaginar por elas mesmas as aventuras no mundo infantil. Recursos de áudio são ótimos para evitar de fazê-las ficarem em frente às telas e, ao mesmo tempo, existem todos aqueles efeitos que dão um toque especial nos contos.

O poder das fábulas

Fábulas são narrativas fictícias em que os personagens, muitas vezes representados por animais, passam por situações cotidianas e, ao longo de suas experiências, vão cometendo erros e acertos. E são esses momentos da história que fazem a criança refletir sobre as ações cometidas e sobre o que é certo e o que é errado. O objetivo das fábulas é, por meio da “moral da história”, trazer ensinamentos de conduta que as crianças acabam levando para a vida toda. Em breve, teremos um post mais detalhado sobre isso por aqui.

Contadores de histórias Rá Tim Bum

Outro dia, me lembrei de um programa que eu gostava muito quando era criança. Quem se lembra dos contadores de histórias do programa Rá Tim Bum, da TV Cultura? (entregando a idade em 3, 2, 1… rs). Eles utilizavam objetos comuns como pregadores, embalagens de produtos, durex, potes e pinças para contar as histórias. Eu adorava e tenho usado as ideias desse quadro aqui em casa. Tentem aí também. As crianças vão adorar.

Em todas essas situações, é interessante fazer com que a criança interaja, se envolva. Você pode conversar com ela sobre o que acabaram de ouvir, comentar, fazer perguntas do tipo: qual parte você gostou mais? Qual o seu personagem favorito? Por que você gostou dele? Como ele fala? O que ele faz? Dessa forma, permitimos aguçar a imaginação e criatividade dos pequenos, além contribuir para seu autoconhecimento e desenvolvimento de seu senso crítico também.

Estreitando os laços afetivos

Quando nós mesmos contamos histórias para os nossos filhos, nossa conexão com eles aumenta. E aí vale desde pegar os bichinhos de pelúcia para fazer parte da plateia, até usá-los como fantoches para que se tornem os personagens principais da brincadeira. Usar e abusar de sons e vozes diferentes também deixa tudo mais divertido.

Vou deixar um link com um desses vídeos que podem servir de inspiração e também de auxílio na hora em que a criatividade faltar –www.youtube.com/watch?v=oeZwjzt5adw

Um beijo,

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